"Tenho olheiras, porém o que mais me surpreende é o meu olhar: impossível, desiludido de tudo, nenhuma esperança de luz, nem o mais tênue clarão, velho, morto.
Meus cabelos ruivos, brilhantes e crespos, são a única massa viva, como se não pertencessem a este rosto, a estes olhos."
Régine Deforges, O Diário Roubado. 3 ª edição, Rio de Janeiro: Editora Record, 1998.
André Derain: Mulher de Combinação, 1906. 1 x 0,81 m. Copenhage, Statens Museum for Kunst.