"Por causa disso, Felix achava dolorosa sua presença e, ainda assim, uma felicidade. Pensar nela, visualizá-la, era um extremo ato de vontade; recordá-la quando já havia partido, entretanto, era fácil como a memória de uma sensação de beleza, sem seus detalhes. Quando ela sorria, o sorriso estava apenas na boca, e algo amargo: o rosto de um incurável que ainda não foi atingido por sua enfermidade."Djuna Barnes, No Bosque da Noite. São Paulo: Códex, p. 61.
quinta-feira, 1 de abril de 2010
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